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Patrick Murys

Origem:
Fança
Espectáculo:
“PAISAGENS EM TRÂNSITO”
Interpretação e Encenação:
Patrick Murys
Técnica: Mista
* Um espectáculo satélite de CIrcolando
Patrick Murys vai subir,no Domingo duas vezes ao palco,
para proporcionar um espectáculo de gestos e imagens.
Metade homem, metade marioneta, mostra imagens de
guerra, que transmitem a fragilidade humana. Imagens que
podem ser moldadas ao jeito da nossa imaginação,
transpostas para a nossa realidade e as nossas
fragilidades. De malas de viagem, saem pessoas,
sentimentos, memórias de um passado destruído. Fez
perceber o quanto os acontecimentos podem mudar aquilo
que somos.
“Se ele quiser estar só, pára e traça um círculo à sua
volta. No seu círculo está abrigado. (...) Quando ele
quer sair do círculo, estica simplesmente a mão e corta
a linha do círculo. Ninguém o pode fazer, só ele. O
milagre do círculo consiste na total segurança que ele
nos oferece. (...) Se a morte se aproxima e não queremos
morrer, podemos vegetar até ao infinito no círculo.
Nunca podemos estar dois ao mesmo tempo no círculo, Já
houve quem tentasse e não deu em nada. (...) Se tens ao
teu lado, no interior do círculo, outro ente vivo, o
círculo deixa de funcionar. (...) Os círculos têm, ainda
assim, um senão. Às vezes entramos e não conseguimos
sair. (...) Também se diz que, depois de um certo tempo,
a maior parte dos círculos já não obedece aos homens
(...)”
do folheto da peça, identificado como extracto de Matei
Visniec “Théâtre décomposé ou l’homme poubelle”: L’homme
dans le cercle
Público: Maiores de 12 anos
Duração: 60 minutos
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