A
companhia surgiu a 2 de Abril de 2002 reunindo actores,
artistas plásticos e marionetistas, orientando a sua
produção para o aprofundar das potencialidades
plásticas, artísticas e cénicas que a marioneta possui.
Desde então tem vindo a desenvolver espectáculos para a
infância e juventude apresentados a nível nacional; em
festivais, teatros, auditórios, bibliotecas e escolas,
no continente e arquipélagos. A companhia tem como
objectivo a produção de espectáculos e, ainda, tem
desenvolvido acções de formação no âmbito de temáticas
relacionadas com teatro de marionetas, articulando as
várias expressões artísticas tanto para crianças como
para adultos. A companhia colabora regularmente com
museus, instituições de solidariedade ou galerias de
arte assim como com outras companhias de teatro.
Consolidando esforços no sentido de garantir uma maior e
mais qualificada oferta aos seus diferentes públicos, a
companhia tem investido na formação dos seus elementos
através de áreas distintas: serviços educativos,
formação, história da arte e na área informática, como o
web design.
O
principal objectivo da companhia Teatro e Marionetas de
Mandrágora centra-se no explorar das potencialidades
cénicas e dramáticas da marioneta enquanto objecto
plástico e artístico, bem como enquanto potencial
dramático de cena. A companhia procura explorar
estéticas, linguagens e conceitos distintos que envolvam
a cena, o actor e a marioneta. Quer optando pela
pesquisa de conceitos e técnicas tradicionais, quer
criando novas linguagens, o projecto cénico da companhia
procura a contemporaneidade da cena, do objecto
plástico.
Esta história
começa com a chegada da Primavera. Neste ano está
atrasada e, no jardim, ainda dorme o Inverno. Todos os
anos ela visita o jardim, esse é o lugar onde mora o
Picapico. O Inverno não se queria ir embora. A culpa era
do Gigante. A Nina e o Nino são meninos e gostam de
estar no jardim. Mas o Gigante é egoísta: "é só para
mim". Ninguém pode lá ficar. O Inverno é o único que lhe
faz companhia mas está sempre mal disposto.
tic tac tic
tac batem já os ponteirinhos, tic tac tic tac, vamos
jogar ao adivinho...